Quanto custa um stent cardíaco? Preço e cobertura

Resumo Rápido: Resumo: O valor que causa preocupação em uma angioplastia não se limita apenas ao custo do stent. O valor total abrange o cateterismo, a sala de hemodinâmica, a equipe, os materiais e a internação, sendo essa combinação que estabelece o custo do procedimento.

Este guia mostra o que compõe essa conta, por que o stent farmacológico custa mais e como o plano de saúde e o SUS entram no pagamento, sem prometer custo zero.

Neste artigo

Quanto custa um stent cardíaco? Preços em 2026

O custo da implantação de um stent cardíaco depende do tipo de dispositivo e da estrutura necessária ao procedimento. Para compreender quanto custa um stent cardíaco, é importante distinguir o preço do material do valor total da angioplastia, que envolve diferentes despesas hospitalares.

A angioplastia envolve a utilização da sala de hemodinâmica, os honorários da equipe médica, os cateteres e outros materiais, além de eventuais despesas com internação. O custo final varia conforme o hospital, a complexidade do caso e a quantidade e o tipo de stents utilizados.

O procedimento pode ser realizado pelo SUS, sem cobrança ao paciente, ou coberto pelo plano de saúde, conforme as regras aplicáveis. Diante de uma negativa de cobertura, é importante verificar a justificativa da operadora e buscar orientação jurídica para avaliar os direitos do beneficiário e as medidas cabíveis.

Preenche os requisitos e precisa solicitar a autorização da angioplastia com stent pelo plano de saúde? Envie seu relatório médico para o Freitas & Trigueiro analisar o caso.

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Preços dos stents cardíacos: referências e diferenças

Para compreender quanto custa um stent cardíaco, é necessário distinguir o preço do dispositivo das despesas hospitalares. O painel de preços de dispositivos médicos da Anvisa reúne informações sobre os valores praticados no mercado, incluindo os stents coronários.

Na consulta realizada em outubro de 2026, a fonte oficial apresentava dados atualizados até 31 de dezembro de 2024. Portanto, os valores disponíveis correspondem ao período informado pela Anvisa e não devem ser interpretados como preços necessariamente praticados em 2026.

Tipo de stent

Referência de preço do dispositivo*

Observação

Convencional (metálico)

Entre R$ 1.200 e R$ 38.000

Não libera medicamentos. A indicação depende da avaliação cardiológica.

Farmacológico

Entre R$ 1.200 e R$ 38.500

Libera medicamentos que reduzem o risco de reestenose.

Faixas reproduzidas do levantamento utilizado na elaboração do artigo, com referência a dados disponibilizados pela Anvisa até 31/12/2024. A consulta foi realizada em outubro de 2026, mas os valores não representam necessariamente os preços praticados naquele ano.

A amplitude dessas faixas deve ser interpretada com cautela, pois reúne valores associados a diferentes dispositivos e condições comerciais. Características técnicas, fabricante, modelo, volume de aquisição e negociações entre fornecedores e instituições podem influenciar os preços registrados.

Por isso, os extremos apresentados não representam necessariamente os preços habituais de cada modalidade. Sem conhecer a distribuição dos registros e as características dos produtos comercializados, não é possível estabelecer um valor médio ou concluir que um dispositivo específico custará próximo ao limite máximo.

O stent convencional possui estrutura metálica sem liberação de medicamentos, enquanto o farmacológico libera substâncias que reduzem o risco de reestenose, caracterizada pelo novo estreitamento da artéria tratada. Essa diferença tecnológica também pode influenciar os valores de comercialização.

Além disso, o preço do dispositivo representa apenas uma parcela das despesas com a angioplastia. O procedimento envolve honorários médicos, materiais, medicamentos, utilização da sala de hemodinâmica e eventuais custos relacionados à internação hospitalar.

Dessa forma, para avaliar quanto custa um stent cardíaco, é necessário considerar as características do produto, as condições de aquisição e o período dos dados consultados. O orçamento hospitalar deve discriminar o valor do dispositivo e as demais despesas do procedimento.

Por que o stent bioabsorvível não aparece na comparação?

O stent bioabsorvível foi desenvolvido para oferecer sustentação temporária à artéria, com degradação gradual de sua estrutura. Entretanto, o modelo Absorb GT1, comercializado pela Abbott, teve suas vendas interrompidas em 2017, após resultados clínicos desfavoráveis e baixa adoção comercial.

A retirada desse modelo não representa a proibição de toda a tecnologia bioabsorvível, que permanece em desenvolvimento. Por isso, a comparação de preços deve considerar os dispositivos disponíveis e regularizados no Brasil, cuja indicação depende da avaliação cardiológica e das evidências clínicas.

Enfrentando negativa de cobertura ou cobrança indevida de coparticipação no procedimento? Envie os comprovantes para o Freitas & Trigueiro verificar as providências cabíveis.

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Quanto custa uma angioplastia com stent?

Para compreender quanto custa uma angioplastia com stent, é necessário considerar os diferentes componentes do procedimento. O valor total inclui despesas médicas, hospitalares e materiais utilizados, que podem ser cobrados individualmente ou agrupados em pacotes hospitalares.

Componente

Descrição

Observação

Cateterismo diagnóstico

Exame que identifica obstruções nas artérias coronárias.

Pode ser realizado antes ou durante a angioplastia.

Sala de hemodinâmica

Estrutura utilizada para realizar o procedimento.

O custo depende das condições de cobrança do hospital.

Honorários médicos

Remuneração do cardiologista intervencionista e demais profissionais envolvidos.

Varia conforme a equipe e o hospital.

Stent e materiais

Dispositivo, cateteres, fios-guia, balões e outros materiais necessários.

O custo depende do tipo e da quantidade utilizada.

Internação hospitalar

Despesas com acomodação, monitoramento e cuidados após o procedimento.

Varia conforme o tempo de permanência e a necessidade de UTI.

O cateterismo diagnóstico permite identificar obstruções coronarianas e pode ser realizado na mesma sessão da angioplastia. Quando ocorre separadamente, pode gerar despesas adicionais. Por isso, o preço do cateterismo com stent deve ser analisado conforme os procedimentos incluídos no orçamento.

Além disso, os custos da sala de hemodinâmica, dos honorários médicos e dos materiais utilizados variam entre as instituições. Cateteres, fios-guia, balões e contraste também integram as despesas, enquanto a quantidade de stents depende das características das lesões identificadas.

O período de internação representa outra variável importante. Pacientes clinicamente estáveis podem receber alta em um intervalo menor, enquanto casos de maior complexidade podem exigir monitoramento prolongado ou cuidados intensivos, aumentando as despesas hospitalares.

O que solicitar no orçamento hospitalar?

Para avaliar quanto custa um stent cardíaco na rede particular, é importante solicitar um orçamento detalhado, com a discriminação dos procedimentos, materiais e serviços previstos. Essa documentação permite comparar os valores apresentados e identificar possíveis despesas adicionais.

O documento deve informar o tipo e a quantidade estimada de stents, os materiais necessários, os honorários médicos e as despesas hospitalares. Também deve esclarecer quais serviços estão incluídos no valor apresentado e quais poderão gerar cobranças complementares.

Ao pesquisar quanto custa um stent particular, também é necessário considerar possíveis alterações durante a intervenção. A identificação de outras lesões, a utilização de dispositivos adicionais ou a ocorrência de complicações podem modificar o custo inicialmente previsto.

Para beneficiários de planos de saúde que optam pelo atendimento fora da rede credenciada, o reembolso depende das condições contratuais e das circunstâncias do atendimento. Em situações específicas, a ausência de assistência adequada pela operadora pode justificar o ressarcimento integral das despesas.

A análise do orçamento, das condições contratuais e da cobertura assistencial permite identificar possíveis divergências nos valores cobrados. Em caso de negativa de cobertura ou dúvidas sobre o reembolso, a orientação jurídica pode contribuir para esclarecer os direitos do beneficiário.

O plano de saúde recusou o stent farmacológico indicado pelo seu cardiologista? Envie a notificação para o Freitas & Trigueiro avaliar a legalidade da recusa.

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O que influencia o valor do stent farmacológico?

O valor do stent farmacológico pode ser superior ao do modelo metálico convencional devido à tecnologia de liberação controlada de medicamentos. Essas substâncias reduzem a proliferação de tecido no local tratado e, consequentemente, o risco de reestenose, caracterizada pelo novo estreitamento da artéria.

Atualmente, os stents farmacológicos são amplamente utilizados por apresentarem menor risco de reestenose e necessidade de nova intervenção em comparação aos convencionais. Entretanto, a escolha do dispositivo depende das características clínicas e anatômicas de cada paciente.

Entre os fatores considerados pelo cardiologista intervencionista, destacam-se:

  • Extensão da lesão: obstruções longas ou complexas podem exigir dispositivos com características técnicas específicas.

  • Diabetes: pacientes diabéticos apresentam maior risco de reestenose, tornando particularmente relevante a utilização de stents farmacológicos.

  • Histórico de reestenose: o estreitamento recorrente de uma artéria previamente tratada pode influenciar a escolha do dispositivo e da estratégia terapêutica.

Teve o fornecimento do stent negado ou problemas com o reembolso do atendimento de urgência? Envie o laudo para o Freitas & Trigueiro checar os requisitos.

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Ao avaliar quanto custa um stent cardíaco, é importante considerar que o preço depende da tecnologia, do fabricante e das condições comerciais. A escolha deve priorizar a indicação clínica, considerando a segurança do procedimento e a redução do risco de novas intervenções.

Nesse contexto, o relatório do cardiologista é fundamental para justificar a necessidade do dispositivo indicado. O documento deve apresentar as características da lesão e os critérios técnicos que fundamentam a escolha, especialmente quando houver questionamento sobre a cobertura pelo plano de saúde.

Quando a angioplastia exige mais de um stent?

A angioplastia pode exigir a implantação de múltiplos stents quando existem obstruções em diferentes segmentos das artérias coronárias ou lesões extensas. Nesses casos, o custo pode aumentar devido à quantidade de dispositivos, aos materiais adicionais e à maior complexidade do procedimento.

A quantidade necessária é definida conforme os resultados do cateterismo e a avaliação do cardiologista intervencionista. Em determinadas situações, a extensão das obstruções e as características anatômicas identificadas durante a intervenção podem exigir ajustes no planejamento inicial.

Por isso, compreender quanto custa um stent cardíaco também exige considerar a quantidade de dispositivos utilizados. Nos atendimentos por planos de saúde, a necessidade de materiais adicionais deve ser documentada, permitindo avaliar a cobertura conforme a indicação médica e as regras aplicáveis.

Quanto custa um stent cardíaco pelo plano de saúde?

Mesmo com a cobertura da angioplastia, o beneficiário pode ter despesas previstas contratualmente. Entretanto, é necessário diferenciar os atendimentos ambulatoriais daqueles que envolvem internação hospitalar, pois a cobrança de coparticipação e franquia está sujeita a regras distintas, especialmente quanto à forma de cálculo.

A cobertura depende da segmentação contratada e das regras do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS. A RN nº 465/2021 estabelece a referência de cobertura assistencial obrigatória, observadas suas atualizações e as condições aplicáveis ao procedimento.

Além disso, a Lei nº 9.656/1998 permite excluir da cobertura obrigatória próteses e órteses não ligadas ao ato cirúrgico. Assim, quando a angioplastia possui cobertura, o stent necessário à intervenção integra os materiais relacionados ao procedimento, classificados como OPME.

Para quem possui plano de saúde, compreender quanto custa um stent cardíaco permite avaliar possíveis despesas contratuais. Entretanto, o preço isolado do dispositivo não constitui justificativa suficiente para negar a cobertura de um material necessário à realização de um procedimento coberto.

As divergências podem envolver a cobertura do stent indicado pelo cardiologista ou a negativa de órteses, próteses e materiais especiais. Nesses casos, a análise deve considerar a indicação médica, as características do dispositivo e a justificativa apresentada pela operadora.

Coparticipação, franquia e reembolso: quais despesas podem ser cobradas?

A coparticipação corresponde ao valor que o beneficiário paga pela utilização de determinados serviços cobertos, conforme o contrato. A franquia estabelece uma parcela de despesas sob responsabilidade do paciente. Entretanto, a aplicação desses mecanismos depende da modalidade de atendimento.

A Resolução CONSU nº 8/1998, que estabelece regras para mecanismos financeiros de regulação nos planos de saúde, restringe a cobrança percentual em internações hospitalares. Como regra, a coparticipação ou franquia não pode corresponder a um percentual da conta de internação, ressalvada a disciplina específica das internações psiquiátricas.

Nas internações em geral, pode existir cobrança em valor fixo por evento, desde que prevista contratualmente e compatível com as normas aplicáveis. Já os atendimentos ambulatoriais seguem critérios próprios, que devem ser observados conforme a modalidade assistencial e as condições do plano.

Portanto, a realização de uma angioplastia exige verificar se o atendimento ocorreu em regime de internação hospitalar ou ambulatorial. A alta no mesmo dia, isoladamente, não determina a classificação do procedimento nem autoriza a aplicação de qualquer percentual sobre as despesas.

O reembolso ocorre quando o beneficiário utiliza serviços fora da rede credenciada e solicita o ressarcimento das despesas. Nos contratos com livre escolha de prestadores, os valores seguem os critérios previstos no plano, podendo ser inferiores ao total efetivamente pago pelo paciente.

Entretanto, situações envolvendo a impossibilidade de utilização da rede ou o descumprimento da garantia de atendimento podem justificar regras diferentes de ressarcimento. A análise depende das circunstâncias do caso, da cobertura contratada e das obrigações assistenciais da operadora.

Dessa forma, avaliar quanto custa um stent cardíaco pelo plano exige consultar as condições de coparticipação, franquia e reembolso, respeitando a modalidade de atendimento. O contrato, os demonstrativos de cobrança e os comprovantes de pagamento permitem identificar possíveis irregularidades.

O plano pode cobrir a angioplastia e recusar o stent indicado?

A cobertura da angioplastia abrange os materiais necessários à sua realização, mas podem surgir divergências sobre as características técnicas do dispositivo solicitado. A indicação deve considerar as condições clínicas do paciente, as características da lesão e a justificativa do cardiologista.

A Resolução CFM nº 2.318/2022 estabelece critérios para a prescrição de órteses, próteses e materiais implantáveis. A escolha deve ser fundamentada tecnicamente, sem exigência injustificada de marca ou fornecedor exclusivo.

Quando houver alternativas disponíveis, o médico deve observar as regras de indicação de produtos de diferentes fabricantes regularizados na Anvisa. Caso o dispositivo oferecido não atenda às características necessárias, a divergência deve ser justificada com base em critérios clínicos e técnicos.

Persistindo o desacordo, pode ser realizada uma avaliação por junta médica, conforme a RN nº 424/2017 da ANS, quando aplicável. Esse procedimento não se destina a situações de urgência ou emergência e não pode ser utilizado para retardar indevidamente o atendimento.

Por isso, é importante preservar o relatório do cardiologista, a solicitação dos materiais, os protocolos de atendimento e a resposta formal da operadora. Esses documentos permitem verificar os fundamentos da recusa e avaliar a adequação da cobertura oferecida.

Atendimento particular em situações de urgência

Durante um infarto, pode não ser possível utilizar a rede credenciada em tempo hábil. Nessas circunstâncias, o art. 12, inciso VI, da Lei nº 9.656/1998 prevê o reembolso de despesas de urgência e emergência quando não for possível utilizar os serviços da rede do plano, observadas as obrigações contratuais.

O ressarcimento deve considerar os limites previstos no contrato, mas situações em que a operadora deixa de garantir o atendimento devido podem justificar a discussão sobre reembolso integral. A avaliação exige verificar a disponibilidade da rede, a urgência clínica e as condições da cobertura.

Após o atendimento, é importante reunir o relatório médico, os registros hospitalares, as notas fiscais e os comprovantes de pagamento. Protocolos de contato com a operadora também podem demonstrar as circunstâncias que impediram a utilização da rede credenciada.

Quando houver negativa ou pagamento inferior ao devido, compreender quanto custa um stent cardíaco e identificar os componentes da despesa permite conferir os valores reembolsados. A análise deve considerar as regras contratuais, a legislação e as circunstâncias do atendimento.

A documentação médica e financeira permite verificar possíveis irregularidades na negativa de cobertura ou no reembolso de despesas hospitalares. Diante dessas situações, o Freitas & Trigueiro pode realizar uma avaliação jurídica do caso e orientar sobre as medidas cabíveis para assegurar os direitos do beneficiário.

Por que o custo da angioplastia varia entre hospitais?

Na rede particular, a angioplastia não possui um preço único. Cada hospital estabelece condições de cobrança para a sala de hemodinâmica, a internação e os serviços médicos, além de negociar a aquisição de dispositivos e materiais com fornecedores. Essas diferenças influenciam o custo final do procedimento.

A localização da instituição também pode interferir nos valores praticados. Hospitais de cidades como São Paulo e João Pessoa apresentam diferentes estruturas e custos operacionais. Entretanto, mesmo dentro de uma mesma cidade, os orçamentos podem variar conforme os serviços e materiais incluídos.

Por isso, para compreender quanto custa um stent cardíaco em determinada instituição, é importante solicitar um orçamento discriminado, com a identificação dos dispositivos, materiais e despesas hospitalares. A comparação deve considerar os serviços incluídos e as possíveis cobranças adicionais.

Para beneficiários de planos de saúde, a variação dos valores hospitalares não autoriza, por si só, a cobrança de coparticipação percentual sobre a internação. É necessário distinguir o atendimento hospitalar do ambulatorial e observar as limitações regulatórias e contratuais aplicáveis.

Os preços também podem influenciar as despesas com atendimentos particulares fora da rede credenciada e os valores considerados no reembolso. Em situações de urgência, entretanto, a comparação de orçamentos não deve atrasar o atendimento médico necessário.

Quanto custa um stent pelo SUS?

No Sistema Único de Saúde (SUS), a resposta para quanto custa um stent pelo SUS é que não há cobrança pelo dispositivo nem pela angioplastia realizada na rede pública. O acesso depende da avaliação médica, da gravidade do quadro clínico e do encaminhamento aos serviços de referência em cardiologia intervencionista.

Em situações de infarto, o atendimento deve priorizar a urgência clínica. A Portaria GM/MS nº 2.994/2011 aprovou a linha de cuidado do infarto e o protocolo de síndromes coronarianas agudas, estabelecendo diretrizes para organizar a assistência e o encaminhamento desses pacientes.

O SUS contempla a utilização de stents convencionais e farmacológicos, conforme os critérios de indicação e as regras assistenciais aplicáveis. A escolha do dispositivo considera as características das lesões coronarianas, as condições clínicas do paciente e os protocolos adotados pela rede pública.

Dessa forma, compreender quanto custa um stent cardíaco no SUS significa reconhecer que o paciente não assume diretamente as despesas do procedimento. A avaliação médica e a regulação assistencial orientam o acesso ao tratamento, respeitando a gravidade clínica e a disponibilidade dos serviços habilitados.

Teve a cobertura da angioplastia ou do stent negada formalmente pela operadora? Envie sua documentação para o Freitas & Trigueiro avaliar a contestação judicial.

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Freitas & Trigueiro: negativa de stent em São Paulo e João Pessoa

Compreender quanto custa um stent cardíaco permite dimensionar as despesas envolvidas na angioplastia e a importância da cobertura assistencial. Quando o plano de saúde recusa o dispositivo indicado ou propõe sua substituição, é necessário avaliar os fundamentos da decisão e a justificativa médica.

O Freitas & Trigueiro atua em Direito à Saúde, com atendimento presencial em São Paulo (SP) e João Pessoa (PB), além de atendimento online em todo o Brasil. A equipe analisa negativas de cobertura de procedimentos e materiais, considerando o contrato, o relatório médico e as regras aplicáveis.

A recusa de um stent ou a indicação de um dispositivo com características diferentes das prescritas exige análise técnica. A documentação médica permite verificar se a alternativa proposta atende às necessidades clínicas e se existem fundamentos para questionar a decisão da operadora.

Conforme as circunstâncias, podem ser avaliadas medidas administrativas ou judiciais, inclusive em situações de urgência.

A análise individualizada permite identificar possíveis irregularidades na negativa de cobertura e esclarecer os direitos do beneficiário. Para isso, é importante reunir a prescrição médica, o relatório do cardiologista, a resposta formal da operadora e os documentos contratuais.

As informações fornecidas neste texto são apenas para fins informativos e educacionais e não substituem a análise técnica do caso aplicado.

Conteúdo atualizado em 2026.

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Bruna de Freitas Mathieson e Deyse Trigueiro — Advogadas especialistas em Direito à Saúde

Artigo revisado por
Bruna de Freitas Mathieson & Deyse Trigueiro de Albuquerque Lima
Advogadas especialistas em Direito à Saúde  ·  OAB/PB 15.443 e 15.068  ·  Sócias do Freitas & Trigueiro Advocacia  ·  Atuação em São Paulo, João Pessoa e em todo o Brasil

FAQ – Dúvidas frequentes sobre Quanto Custa um Stent Cardíaco

1. Quanto custa um stent cardíaco em 2026?

Para saber quanto custa um stent cardíaco em 2026, é possível consultar o painel de preços da Anvisa. Os valores variam conforme o tipo e o fabricante, sem incluir as despesas da angioplastia.

2. Quanto custa uma angioplastia com colocação de stent?

Quanto custa uma angioplastia com stent depende das despesas hospitalares, materiais e honorários médicos. O preço do cateterismo com stent deve ser conferido no orçamento detalhado.

3. Por que o stent farmacológico é mais caro?

O valor do stent farmacológico pode ser superior devido à tecnologia de liberação de medicamentos, que reduz o risco de reestenose. A escolha depende da indicação clínica e das características da lesão.

4. O plano de saúde cobre o stent cardíaco?

Sim, quando a angioplastia possui cobertura obrigatória, o stent necessário ao procedimento também deve ser coberto. A análise considera a indicação médica, a segmentação contratual e as regras da ANS.

5. O plano paga o stent ou só o procedimento?

O plano deve cobrir o procedimento e o stent necessário à intervenção coberta. Para avaliar quanto custa um stent particular fora da rede, é preciso considerar o orçamento e as regras de reembolso.

6. O médico pode exigir uma marca de stent?

Em regra, não. A Resolução CFM nº 2.318/2022 veda a exigência de marca ou fornecedor exclusivo. O cardiologista deve justificar as características técnicas necessárias ao tratamento.

7. O que acontece se o médico e o plano discordarem sobre o stent?

A divergência pode ser submetida à junta médica, conforme a RN nº 424/2017 da ANS. A indicação deve ser fundamentada, e esse procedimento de resolução de divergências não se aplica a urgências e emergências.

8. Quanto custa um stent pelo SUS?

Não há cobrança ao paciente. O SUS fornece o dispositivo e realiza a angioplastia conforme a indicação médica e a regulação assistencial. Portanto, quanto custa um stent pelo SUS não representa uma despesa particular.

9. Quanto custa a internação para colocar stent?

O valor depende do hospital, do tempo de permanência e da necessidade de cuidados intensivos. Internações prolongadas e procedimentos mais complexos podem aumentar as despesas hospitalares.

10. O que fazer se o plano negou o stent?

Solicite a negativa por escrito, reúna a prescrição e o relatório médico e registre uma reclamação na ANS. Conforme a urgência e as circunstâncias do caso, também é possível avaliar medidas judiciais.

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