Depois de receber uma negativa do plano de saúde, muitos pacientes chegam à mesma conclusão: será preciso ir à Justiça. Mas, junto com essa decisão, vêm três perguntas que travam a ação — quanto vai custar, quanto tempo vai demorar e como encontrar o advogado certo.
O problema é que a insegurança sobre custo e prazo costuma paralisar quem mais precisa agir rápido. E, enquanto a dúvida adia a decisão, o tratamento que o médico prescreveu segue suspenso.
Este guia responde, de forma clara e sem promessas vazias, o que influencia o custo e o tempo de uma ação judicial contra plano de saúde e o papel do advogado nesse processo. A ideia é devolver a você o controle da decisão — e mostrar como o Freitas & Trigueiro pode conduzir esse caminho ao seu lado.
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Falar com o Freitas & TrigueiroQuando cabe uma ação judicial contra plano de saúde?
A via judicial costuma ser o caminho quando há uma negativa indevida diante de prescrição médica: recusa de cobertura de exame, procedimento, cirurgia, medicamento de alto custo ou home care. A base está na Lei 9.656/98, na Lei 14.454/2022 (com a ADI 7.265) e na jurisprudência consolidada. Para entender o funcionamento geral, veja o guia sobre como funciona a judicialização da saúde.
Quanto custa uma ação contra plano de saúde?
Não existe um valor único: o custo de uma ação contra plano de saúde depende de fatores como o valor atribuído à causa, o tribunal competente e a complexidade do caso. Em linhas gerais, ele se divide em duas partes.
Custas judiciais
São as taxas recolhidas ao tribunal para movimentar o processo. Variam conforme o estado e o valor da causa. Um ponto importante: quem não tem condições de arcar com essas custas sem comprometer o próprio sustento pode requerer a gratuidade da justiça, prevista no art. 98 do CPC, que dispensa o pagamento prévio.
Honorários advocatícios
São a contraprestação pelo trabalho do advogado, definidos individualmente entre o cliente e o profissional, de acordo com as particularidades do caso — não há tabela fixa. Existe ainda a figura dos honorários de sucumbência, que o juiz fixa na forma do art. 85 do CPC e que são pagos pela parte que perde a ação à parte vencedora.
O que influencia o custo
Casos que exigem perícia, produção de prova técnica ou envolvem tratamentos de altíssimo custo tendem a demandar mais trabalho. Por isso, o ideal é uma avaliação individualizada, na qual o custo é apresentado de forma transparente antes de qualquer decisão — sem surpresas.
Quer uma avaliação transparente do seu caso, sem compromisso? Fale com o Freitas & Trigueiro.
Falar com o Freitas & TrigueiroQuanto tempo demora um processo contra plano de saúde?
Também aqui não há prazo garantido — mas há uma distinção que muda tudo: a diferença entre a urgência e o mérito.
A liminar pode ser rápida
Quando o caso é urgente, o pedido de liminar contra plano de saúde (tutela de urgência, art. 300 do CPC) costuma ser analisado em poucos dias. Concedida, ela obriga a operadora a cumprir a determinação de imediato, sob pena de multa. É o instrumento que evita que a demora do processo agrave a saúde do paciente. Saiba mais em como conseguir uma liminar.
O processo até a decisão final
A resolução definitiva do processo é mais demorada: pode levar de alguns meses a anos, dependendo da comarca, da complexidade e da eventual interposição de recursos pela operadora. Importante: mesmo enquanto o mérito é discutido, a liminar concedida mantém o tratamento em curso.
O que influencia o prazo
O volume de processos na comarca, a necessidade de perícia, a clareza da documentação médica e a estratégia processual influenciam diretamente o tempo. Um pedido bem instruído desde o início tende a tramitar de forma mais célere — mais um motivo para a atuação técnica desde o primeiro momento.
Preciso de advogado para processar o plano de saúde?
Sim. A ação judicial exige a representação por advogado, e a escolha do profissional faz diferença. Um advogado com atuação em direito à saúde conhece a jurisprudência específica, sabe estruturar a prova médica e domina a dinâmica das tutelas de urgência — fatores que impactam a força do pedido. A escolha deve considerar a experiência na área, a clareza na comunicação e o cuidado na análise da documentação, sempre com a ressalva de que nenhum resultado pode ser garantido de antemão.
Procura um advogado com atuação em direito à saúde? Fale com o Freitas & Trigueiro e avalie o seu caso.
Falar com o Freitas & TrigueiroComo funciona a ação, na prática
Com a documentação reunida — negativa por escrito, laudo e prescrição do médico assistente, exames e documentos do contrato —, o advogado ajuíza a ação, em regra com pedido de liminar para os casos urgentes. A partir daí, o processo segue seu curso, com a operadora sendo citada para se manifestar. Se o caso envolve o sistema público, o caminho tem particularidades próprias, detalhadas em como processar o SUS.
Conclusão
A dúvida sobre custo e prazo não deveria adiar um tratamento que já foi prescrito. Em uma ação judicial contra plano de saúde, o custo envolve custas (com possibilidade de gratuidade) e honorários definidos caso a caso, e o prazo varia — mas a liminar costuma trazer uma resposta rápida para a urgência.
O passo mais importante é o primeiro: uma avaliação individualizada e transparente do seu caso. É assim que o Freitas & Trigueiro atua — com clareza sobre cada etapa, sem promessas de resultado e com foco em transformar a prescrição médica em tratamento efetivo.
Não deixe a dúvida atrasar o seu tratamento. Fale com o Freitas & Trigueiro e receba orientação sobre os próximos passos.
Falar com o Freitas & TrigueiroVeja também
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- Plano de saúde negou exame: o que fazer
- Como funciona a judicialização da saúde
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