Preço do pembrolizumabe: custo e acesso

Após a indicação médica, é comum pesquisar o preço do pembrolizumabe e encontrar valores elevados. Contudo, o preço de um frasco não corresponde, isoladamente, ao custo total do tratamento oncológico.

O cálculo depende da dose prescrita, do intervalo entre as aplicações, da quantidade de ciclos e da duração definida pelo Oncologista. Por isso, o custo por ciclo do pembrolizumabe varia conforme o protocolo adotado e as necessidades clínicas do paciente.

Além do valor unitário, é necessário avaliar o custo acumulado durante todo o tratamento. A consulta ao preço do Keytruda e ao valor regulado pela CMED oferece uma referência, mas não substitui o orçamento da instituição responsável pela aplicação.

Conforme o caso, o medicamento pode ser solicitado ao plano de saúde ou ao SUS, desde que os critérios médicos e jurídicos aplicáveis sejam demonstrados. O Freitas & Trigueiro atua em Direito da Saúde, com atendimento nacional a partir de João Pessoa e São Paulo.

O plano de saúde ou o SUS negou o Pembrolizumabe (Keytruda)? Envie o laudo médico e a negativa para o Freitas e Trigueiro avaliar o caso.

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Neste artigo

Quanto custa o pembrolizumabe (Keytruda) no Brasil?

O pembrolizumabe é comercializado no Brasil como Keytruda, em frasco-ampola com 100 mg em 4 mL de solução, na concentração de 25 mg/mL. A bula profissional informa embalagens com um ou dois frascos e administração por infusão intravenosa.

Para avaliar o preço do pembrolizumabe, é necessário consultar a tabela da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), responsável por estabelecer os limites de preços aplicáveis aos medicamentos comercializados no país.

A tabela apresenta referências distintas. O Preço Máximo ao Consumidor (PMC) corresponde ao teto aplicável à venda ao consumidor, enquanto o Preço Máximo de Venda ao Governo (PMVG) é utilizado em determinadas compras públicas, conforme as regras tributárias e o Coeficiente de Adequação de Preços.

Por isso, quem pesquisa quanto custa o Keytruda 100 mg pode encontrar valores diferentes. O preço indicado por hospitais, clínicas e distribuidores depende do teto vigente, da alíquota de ICMS, das condições comerciais e da data em que a cotação foi realizada.

O valor do Keytruda na tabela CMED funciona como referência regulatória, mas não corresponde necessariamente ao valor final cobrado pelo estabelecimento. O orçamento também pode incluir infusão, materiais, estrutura hospitalar e acompanhamento da equipe assistencial.

Dessa forma, o preço do Keytruda deve ser analisado com base na apresentação prescrita e no protocolo definido pelo Oncologista. A comparação entre a cotação recebida e os limites atualizados da CMED ajuda a identificar qual referência foi aplicada e quais despesas compõem o orçamento.

Item

Referência

Observação

Apresentação

Frasco-ampola com 100 mg em 4 mL, na concentração de 25 mg/mL

A bula informa embalagens com um ou dois frascos para diluição e infusão intravenosa

Preço no mercado privado

Varia conforme o fornecedor, o estado, a tributação, a data da cotação e a instituição responsável pela aplicação

A comparação deve considerar o teto da CMED aplicável à modalidade de venda. Taxas hospitalares e assistenciais podem ser cobradas separadamente

PMVG para compras públicas

Preço Máximo de Venda ao Governo aplicável à aquisição

O valor pode variar conforme a alíquota de ICMS e a aplicação do Coeficiente de Adequação de Preços

Dose em adultos

Conforme a indicação, podem ser utilizados 200 mg a cada três semanas ou 400 mg a cada seis semanas

A solução deve ser administrada por infusão intravenosa durante 30 minutos

Dose em pacientes pediátricos

Para indicações pediátricas previstas na bula, são utilizados 2 mg/kg a cada três semanas, até o máximo de 200 mg

A idade mínima, a indicação e a duração variam conforme o tipo de câncer

Quantidade de frascos

Uma aplicação de 200 mg utiliza dois frascos; uma aplicação de 400 mg utiliza quatro

O cálculo parte da dose prescrita e da apresentação de 100 mg por frasco

Intervalo entre aplicações

A cada três ou seis semanas nos esquemas de dose fixa para adultos

O intervalo deve seguir a indicação aprovada e o protocolo definido pelo Oncologista

Duração do tratamento

Depende da indicação, da resposta, da tolerabilidade e do protocolo

A bula prevê desde tratamentos adjuvantes de até 12 meses até esquemas de até 24 meses, além de situações mantidas até progressão ou toxicidade inaceitável

Custo acumulado

Preço unitário × frascos por aplicação × número de aplicações

O cálculo pode não incluir infusão, materiais, exames, honorários e outras despesas hospitalares

A CMED publica referências distintas conforme a modalidade de comercialização e o cenário tributário. Por isso, o preço do pembrolizumabe deve ser consultado na tabela vigente e analisado separadamente dos custos cobrados pela clínica ou pelo hospital para realizar a infusão.

Por que preço do Keytruda é elevado?

O pembrolizumabe é um anticorpo monoclonal produzido por processos biotecnológicos que utilizam células vivas. Sua fabricação exige etapas complexas de cultivo, purificação, controle de qualidade, envase estéril, armazenamento e transporte em condições controladas.

O desenvolvimento clínico, o monitoramento de segurança e as exigências regulatórias aplicáveis aos medicamentos biológicos também influenciam o custo. Além disso, o grau de concorrência no mercado pode afetar o preço do pembrolizumabe, embora a situação de patentes e produtos concorrentes exija verificação em fontes atualizadas.

Por isso, o valor elevado não decorre apenas da margem aplicada pela farmácia ou pelo distribuidor. O preço do Keytruda também varia conforme a tributação, o canal de aquisição, a instituição responsável pela aplicação e os limites definidos pela CMED.

Diante desse cenário, a análise do orçamento deve ser acompanhada da avaliação das possibilidades de cobertura pelo plano de saúde ou de fornecimento pelo SUS. Essa verificação permite compreender se o custo deverá ser assumido pelo paciente ou discutido pelas vias administrativas e jurídicas cabíveis.

Quantos ciclos são necessários e quanto custa o tratamento completo?

O custo por ciclo do pembrolizumabe não corresponde necessariamente ao preço de um único frasco. O cálculo deve considerar a dose prescrita, a apresentação comercial disponível, a quantidade de frascos utilizada em cada aplicação e o número total de ciclos previstos.

Em diversas indicações para adultos, a bula prevê 200 mg a cada três semanas ou 400 mg a cada seis semanas, administrados por infusão intravenosa durante 30 minutos. Com frascos de 100 mg, uma aplicação de 200 mg utiliza dois frascos, enquanto a de 400 mg utiliza quatro

No esquema administrado a cada três semanas, um ano pode reunir aproximadamente 17 aplicações. Quando o intervalo é de seis semanas, são realizadas cerca de oito a nove infusões, mas a quantidade de medicamento utilizada em cada aplicação é maior.

Assim, a redução do número de visitas não representa, necessariamente, diminuição proporcional do custo. Em períodos equivalentes, os dois esquemas podem consumir quantidades semelhantes do medicamento, embora taxas hospitalares e despesas de infusão variem conforme a frequência.

A estimativa pode ser obtida pela fórmula: preço por frasco × quantidade de frascos por aplicação × número de aplicações. O cálculo deve utilizar o valor vigente na data da consulta, pois os limites publicados pela CMED e os preços praticados pelas instituições podem ser atualizados.

A duração também interfere no custo acumulado. A bula prevê, conforme a indicação, tratamentos adjuvantes de até 12 meses, esquemas de até 24 meses ou uso até progressão da doença, recorrência ou toxicidade inaceitável. Não são recomendadas reduções de dose do Keytruda; diante de determinadas reações adversas, o tratamento pode ser suspenso ou descontinuado.

Dessa forma, o preço do pembrolizumabe e seu custo total podem alcançar valores elevados durante tratamentos prolongados. Antes de assumir o pagamento particular, é importante avaliar a prescrição, o protocolo adotado e as possibilidades de acesso ao medicamento pelo plano de saúde ou pelo SUS.

Como PD-L1, MSI-H e dMMR influenciam o acesso ao pembrolizumabe

Os biomarcadores ajudam a demonstrar se o tumor apresenta características associadas à resposta ao pembrolizumabe. Essa informação pode ser decisiva para a indicação médica e para justificar o pedido de cobertura, mas não garante automaticamente o fornecimento pelo plano de saúde ou pelo SUS.

Quando o exame exigido para determinada indicação não foi realizado ou está descrito de forma incompleta, a operadora ou o órgão público pode questionar a adequação do tratamento. Por isso, o laudo deve apresentar o método utilizado, o resultado encontrado e sua relação com o protocolo prescrito.

O PD-L1 é avaliado por imuno-histoquímica. A bula orienta o uso do ensaio PD-L1 IHC 22C3 pharmDx ou equivalente e apresenta diferentes sistemas de pontuação, como a Pontuação de Proporção Tumoral (PPT/TPS) e a Pontuação Positiva Combinada (PPC/CPS), conforme o tipo de câncer e a indicação.

Assim, não basta registrar apenas que o tumor é “PD-L1 positivo”. O documento deve informar o escore calculado, o valor obtido e o método empregado, permitindo verificar se o resultado atende ao critério previsto para aquele tratamento.

O MSI-H indica alta instabilidade de microssatélites, enquanto o dMMR demonstra deficiência no sistema de reparo de incompatibilidades do DNA. A bula prevê que esses resultados sejam determinados por teste validado e restringe as indicações aos cenários clínicos descritos no registro do medicamento

A carga mutacional tumoral elevada, conhecida como TMB-H, também pode orientar a seleção em situações específicas. A bula define esse biomarcador como pelo menos 10 mutações por megabase, determinado pelo FoundationOne CDx ou por outro teste validado, em tumores sólidos que atendam aos demais critérios da indicação.

Portanto, o laudo não altera diretamente o preço do pembrolizumabe, mas pode influenciar o acesso ao comprovar a pertinência clínica da prescrição. A documentação completa fortalece o pedido administrativo e a análise de eventual negativa de cobertura.

Antes de protocolar a solicitação, é recomendável revisar com o Oncologista se o exame corresponde ao biomarcador, ao método e ao escore exigidos para a indicação. Esse cuidado reduz questionamentos técnicos e evita atrasos decorrentes de falhas documentais.

O que são PD-L1, MSI-H e dMMR?

  • PD-L1: proteína cuja expressão em células tumorais e imunológicas pode ser medida por imuno-histoquímica. O resultado é interpretado conforme o escore e o tipo de câncer.

  • MSI-H: alta instabilidade de microssatélites, alteração que indica acúmulo de erros em determinadas regiões do DNA e pode servir como biomarcador em indicações específicas.

  • dMMR: deficiência do sistema de reparo de incompatibilidades do DNA. O achado está relacionado ao MSI-H e deve ser identificado por teste validado.

Não tem como arcar com o custo do Keytruda para o seu tratamento oncológico? Envie o relatório do seu médico para o Freitas e Trigueiro analisar seu direito.

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Como obter o custeio do pembrolizumabe

Diante do elevado preço do pembrolizumabe, o tratamento pode ser solicitado ao SUS ou ao plano de saúde. O acesso depende da indicação médica, do registro do medicamento na Anvisa, dos protocolos aplicáveis e da documentação que demonstre a necessidade clínica.

Pembrolizumabe pelo SUS

O fornecimento administrativo pelo SUS depende da incorporação do medicamento e dos critérios definidos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde. Por isso, ao avaliar o pembrolizumabe pelo SUS e o PCDT, é necessário verificar se o diagnóstico e a linha de tratamento estão contemplados na política pública vigente.

Quando o medicamento não está previsto para o caso, a judicialização pode ser analisada conforme o Tema 106 do STJ. Esse entendimento exige, entre outros critérios, laudo médico fundamentado, registro na Anvisa, demonstração da ineficácia das alternativas disponíveis no SUS e incapacidade financeira do paciente.

Pembrolizumabe pelo plano de saúde

Nos planos de saúde, o pedido deve apresentar prescrição, diagnóstico, exames, biomarcadores e justificativa clínica. A Lei nº 9.656/1998 disciplina a cobertura assistencial e estabelece obrigações aplicáveis aos tratamentos de doenças incluídas no contrato.

A Lei nº 14.454/2022 permite a cobertura de procedimentos fora do rol da ANS quando atendidos os critérios legais, como comprovação científica de eficácia ou recomendação de órgãos técnicos reconhecidos. O STJ também considera relevante o registro sanitário na Anvisa ao analisar pedidos de medicamentos.

Em caso de negativa, a operadora deve informar a justificativa por escrito. A análise jurídica deve considerar a prescrição, o contrato, o rol da ANS, a legislação vigente e os entendimentos aplicáveis do STJ antes da adoção de medidas administrativas ou judiciais.

A comparação entre a via pública e a do plano — o que cada uma exige — está em pembrolizumabe pelo SUS ou pelo plano de saúde.

Como solicitar o pembrolizumabe antes da via judicial

Diante do elevado preço do pembrolizumabe, o paciente pode apresentar o pedido administrativo ao SUS ou ao plano de saúde. O relatório do Oncologista deve informar diagnóstico, dose, duração prevista, tratamentos anteriores e biomarcadores relacionados à indicação.

No plano de saúde, o pedido deve ser protocolado por escrito. A Lei nº 9.656/1998 disciplina a cobertura assistencial, enquanto a Lei nº 14.454/2022 permite analisar tratamentos fora do rol da ANS quando os critérios legais de eficácia ou recomendação técnica forem atendidos.

No SUS, a solicitação deve ser encaminhada ao serviço ou à Secretaria de Saúde responsável. Quando não houver fornecimento administrativo, o Tema 106 do STJ orienta a análise judicial de medicamentos não incorporados, considerando laudo fundamentado, registro na Anvisa, inadequação das alternativas disponíveis e incapacidade financeira.

Em caso de recusa, é necessário obter a negativa por escrito e guardar os protocolos. A organização desses documentos permite avaliar as medidas administrativas ou judiciais aplicáveis antes que o custo seja assumido diretamente pelo paciente.

Assim, a discussão sobre o preço do pembrolizumabe deve ser acompanhada da organização do pedido de cobertura. A atuação de um Advogado Especialista em direito à saúde pode auxiliar na revisão dos documentos, no recurso administrativo e na avaliação das medidas cabíveis após a negativa.

Precisa iniciar a imunoterapia com urgência e teve a liberação recusada? Envie seus exames e laudos para o Freitas e Trigueiro avaliar a viabilidade.

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Quando a via judicial pode ser necessária

A medida judicial pode ser avaliada quando o SUS ou o plano de saúde mantém a negativa, demora além do prazo compatível com o quadro clínico ou não apresenta solução administrativa. Em situações urgentes, não é necessário aguardar o esgotamento de todos os recursos antes de buscar proteção judicial.

O pedido deve reunir prescrição, relatório médico fundamentado, exames, protocolos e a negativa formal. Esses documentos permitem demonstrar a necessidade do pembrolizumabe, os riscos da demora e os fundamentos utilizados para recusar o custeio.

As etapas e os documentos necessários estão detalhados no guia sobre como conseguir o pembrolizumabe judicialmente. O Freitas & Trigueiro analisa casos em João Pessoa, São Paulo e em todo o Brasil, considerando a indicação clínica e as circunstâncias da negativa.

A judicialização não altera o preço do pembrolizumabe, mas permite discutir quem deve assumir o tratamento. Para comparar os valores de outros medicamentos da mesma classe, consulte também o conteúdo sobre o preço dos imunoterápicos.

A recusa costuma se apoiar na ausência do medicamento no Rol, argumento enfraquecido pela Lei nº 14.454/2022, como explica Rol da ANS e a cobertura de medicamentos.

Já possui a negativa formal por escrito do convênio ou do SUS em mãos? Envie seus documentos para o Freitas e Trigueiro avaliar o pedido de liminar na Justiça.

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Freitas & Trigueiro e o acesso ao pembrolizumabe

O Freitas & Trigueiro atua em Direito da Saúde, com unidades em João Pessoa (PB) e São Paulo (SP), além de atendimento digital em todo o Brasil. Entre as áreas de atuação estão a análise de negativas de cobertura e os pedidos de acesso à imunoterapia oncológica.

Diante do elevado preço do pembrolizumabe, assumir o pagamento particular pode comprometer significativamente o orçamento familiar. Por isso, a negativa deve ser analisada antes que o paciente passe a custear o tratamento sem verificar as possibilidades administrativas e judiciais.

A avaliação considera o relatório do Oncologista, os biomarcadores, a indicação clínica, os protocolos aplicáveis e o fundamento apresentado pelo SUS ou pelo plano de saúde. Esses elementos permitem identificar a via adequada para discutir o custeio, sem promessa de resultado ou prazo.

Cada caso exige análise individual, pois a cobertura depende da documentação, do contrato, das políticas públicas vigentes e das circunstâncias da recusa. Assim, o preço do pembrolizumabe deve ser examinado em conjunto com o direito de acesso ao tratamento prescrito.

Solicite uma análise jurídica

A documentação médica e a negativa formal permitem avaliar se o pedido atende aos critérios clínicos, contratuais e legais aplicáveis ao pembrolizumabe.

Entre em contato com o Freitas & Trigueiro para solicitar a análise do caso, com atendimento presencial em João Pessoa e São Paulo ou por meios digitais em todo o Brasil.

As informações fornecidas neste texto são apenas para fins informativos e educacionais e não substituem a análise técnica do caso aplicado.

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Conteúdo atualizado em 2026.

Bruna de Freitas Mathieson e Deyse Trigueiro de Albuquerque Lima, advogadas do Freitas & Trigueiro

Artigo escrito e revisado por
Bruna de Freitas Mathieson & Deyse Trigueiro de Albuquerque Lima
Advogadas com atuação em Direito da Saúde · OAB/PB 15.443 e 15.068 · Sócias do Freitas & Trigueiro

FAQ – Dúvidas frequentes sobre Preço do pembrolizumabe: custo e acesso

1. Quanto custa o pembrolizumabe por ciclo no Brasil?

Depende da dose e do esquema. Uma aplicação de 200 mg utiliza dois frascos de 100 mg; a de 400 mg utiliza quatro. O valor atualizado deve ser consultado na tabela CMED e no orçamento da instituição responsável pela infusão.

2. Qual o preço do frasco de Keytruda 100 mg?

O valor varia conforme o teto da CMED, a tributação, o fornecedor e a data da cotação. Como a tabela é atualizada periodicamente, a referência deve ser confirmada na versão vigente e comparada com as despesas assistenciais cobradas separadamente.

3. Quanto custa o tratamento completo com pembrolizumabe?

A conta considera o valor por frasco, a quantidade de frascos por aplicação e o número de ciclos. A duração varia conforme a indicação e pode alcançar 12 ou 24 meses, além de haver protocolos mantidos até progressão ou toxicidade inaceitável.

4. Por que o Keytruda é tão caro?

Trata-se de um anticorpo monoclonal produzido por biotecnologia, com etapas complexas de cultivo, purificação, controle de qualidade, envase estéril e conservação. Tributação, canal de aquisição e concorrência também influenciam o valor final.

5. O SUS fornece o pembrolizumabe de graça?

O fornecimento depende da indicação contemplada na política pública vigente e do cumprimento dos critérios clínicos.

6. O plano de saúde é obrigado a cobrir o Keytruda?

A cobertura depende da indicação, do contrato, da documentação médica e dos critérios legais. A Lei nº 14.454/2022 permite analisar tratamentos fora do rol da ANS quando os requisitos de eficácia científica ou recomendação técnica forem atendidos.

7. Quantos ciclos de pembrolizumabe são necessários?

O número varia conforme a indicação, o esquema e a resposta ao tratamento. A bula prevê aplicações a cada três ou seis semanas, com durações que podem chegar a 12 ou 24 meses, além de situações mantidas até progressão ou toxicidade inaceitável.

8. Como conseguir o Keytruda sem entrar na Justiça?

O paciente deve revisar o laudo com o Oncologista, reunir os biomarcadores exigidos, protocolar o pedido por escrito e guardar os comprovantes. Diante da recusa, pode apresentar recurso administrativo e, no plano de saúde, registrar reclamação na ANS.

9. O pembrolizumabe está no PCDT do Ministério da Saúde?

A situação varia conforme o tipo de câncer, a linha terapêutica e a política pública vigente. Os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas devem ser consultados antes do pedido para verificar se o caso está contemplado.

10. Qual o valor do pembrolizumabe pela tabela CMED?

A CMED publica tetos diferentes conforme a modalidade de comercialização e a tributação aplicável. Como os valores são reajustados, a consulta deve ser feita na versão vigente e comparada com o orçamento detalhado da clínica, do hospital ou do distribuidor.

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